O segundo dia transcorreu muito mais tranquilo que o primeiro. Eu estava bem mais à vontade para falar, e já fui preparado para falar de toda a minha preparação para a adoção. Falamos basicamente disso, e foi bacana notar que a psicóloga e a assistente social pareceram impressionadas com as mudanças que tive para chegar até a adoção.
Elas abordaram novamente o tópico da minha falta de paciência para relacionamentos, dizendo haver um contraste muito grande nisso e em toda minha disponibilidade em ter um filho. Isso gerou toda uma reflexão em mim, que se propagou pelo resto do fim de semana. Perguntaram se haveria algum problema em entrevistar meus pais, já que eu era adotante solteiro e elas precisavam de um segurança, caso acontecesse algo comigo. Eu disse que tudo bem, claro.
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